Regiões Produtoras – Austrália

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As primeiras vinhas chegaram em Sydney em 1788, com os colonos, a primeira semeadura falhou devido ao clima quente, mas os colonos buscaram alternativas e especialmente no Hunter Valley e assim tiveram sucesso. Em 1820, a produção de vinho foi estabelecida, o cultivo do vinho se espalhou rapidamente, principalmente através de Nova Gales do Sul, Austrália do Sul e Victoria. A maior parte do país tem um clima quente e produz principalmente vinhos fortificados, secos ou doces, geralmente oxidados.

Foi nessa época que a filoxera atingiu Vitória e devastou os vinhedos do estado. O governo australiano implementou rapidamente um sistema de quarentena entre os estados para garantir que a infestação não afetasse os vinhedos do sul da Austrália. Por esta razão, o estado hoje abriga muitos dos vinhedos mais antigos do mundo. A Austrália Ocidental também não é afetada pela filoxera devido ao seu isolamento geográfico.

A filoxera pôs fim à vinificação em Victoria, que não foi retomada até a década de 1960, então o centro de produção de vinho do país mudou-se para o sul da Austrália. Além disso, a produção australiana está limitada aos vinhos fortificados, que já representam 86% da produção nacional.

Com uma região produtora contando com mais de cento e cincoenta mil hectares de vinhedos, conhecida por seu Shiraz encorpado, defumado e frutado, tem três áreas climáticas distintas e assim pode oferecer uma grande variedade de vinhos, suas principais regiões produtoras são:

  • Austrália Meridional
  • Nova Gales do Sul
  • Victoria
  • Austrália Ocidental
  • Tasmânia
  • Queensland

Com seus melhores vinhos caminhando pelos climas:

  • Moderado – famosa pelo Chardonnay sem amadurecimento em carvalho, mas também produz uma pequena quantidade de Cabernet Sauvignon menos encorpado, com notas de frutas negras maduras e violeta, com acidez persistente,
  • Quente – famosa pelo Shiraz, pelo Semillon e pelo Chardonnay defumados e encorpados, produzindo ainda nas microrregiões mais frias excelentes Rieslings secos e petroláceos, além de Sauvignon Blanc com notas de Pêssego e
  • Fresco – bem mais fria que produz o Pinot Noir e Chardonnay com excelente acidez, nessa área os tintos ficam mais leves e elegantes.

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Bem por hoje ficamos por aqui, semana que vem tem mais, informação para enriquecer seu caminho nessa deliciosa jornada, falaremos sobre as regiões produtoras de vinhos, vamos falar Áustria.

Mas lembre-se, sempre considere as regras, mas elas têm que atender essencialmente ao seu “gosto”, então não vire o chato do manual ao consumir ou participar de uma degustação, pode ser que o meu “melhor” vinho não agrade o seu paladar e isso não e crime, seja simpático e não critico, é comum acontecer que os gostos não combinem ok? Não precisa brigar por conta de nisso, alegria, felicidade e acima de tudo muita paz!

Santé!!!

O Guia Essencial do Vinho, Madeline Puckette e Justin Hammack, Editora Intrínseca

Associação Brasileira de Enologia – https://www.enologia.org.br/

Sobre Vinhos e Afins – http://www.sobrevinhoseafins.com.br/

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